Antes de fechar a mala de mão para os Estados Unidos, vale separar tudo o que é líquido, gel, creme ou spray. A regra muda conforme o voo: internacional, nacional ou dentro dos EUA.

Qual é a regra dos líquidos na bagagem de mão?

No embarque internacional no Brasil, a regra tem três números:

  1. 100 ml por frasco. Frasco maior não passa, mesmo pela metade.
  2. Uma embalagem plástica transparente que feche, de até 1 litro, com todos os frascos dentro.
  3. Uma embalagem por passageiro, apresentada separada da mala na hora do raio X.

No Brasil, a regra é da ANAC e está no artigo 4º da Resolução nº 515/2019. Nos aeroportos americanos, é da TSA, a agência de segurança dos transportes dos EUA, que a chama de regra 3-1-1: frascos de até 3,4 onças (100 ml), num saco transparente de 1 quart, um saco por passageiro.

Embarque no Brasil (ANAC)Embarque nos EUA (TSA)
Limite por frasco100 ml3,4 onças (100 ml)
EmbalagemPlástica transparente, que possa ser fechada, de até 1 litroSaco plástico transparente de 1 quart (cerca de 946 ml), com fecho zip
QuantasUma por passageiroUma por passageiro
Onde valeVoo internacional, inclusive na etapa doméstica dele, e quem embarca pela sala internacionalTodo voo que sai de aeroporto americano, inclusive os voos dentro dos EUA
Na inspeçãoEmbalagem separada da mala, do casaco e do notebookSaco fora da mala na fila comum; fica na mala no TSA PreCheck

O que conta como líquido vai além da água. A TSA resume assim: se dá para derramar, espalhar, borrifar, bombear ou despejar, entra na regra. Na prática, isso inclui:

  • pasta de dente, creme e protetor solar;
  • maquiagem líquida;
  • desodorante em spray ou gel;
  • geleia, molho e doce de leite.

O saco zip lock é obrigatório?

No Brasil, não. A ANAC explica que o saco tipo zip lock é uma boa prática aceita pelos aeroportos, mas a norma só exige que a embalagem plástica seja transparente, possa ser fechada e tenha até 1 litro. A medida de 20 x 20 cm que circula nas redes vem de um panfleto antigo da ANAC, de 2015; a resolução não fixa tamanho.

Nos Estados Unidos, a TSA descreve o saco como transparente, de plástico e com fecho zip, do tamanho de 1 quart, cerca de 946 ml. Para viajar entre os dois países, use um saco zip de 1 quart: ele fica dentro do limite de 1 litro da ANAC e segue a descrição da TSA.

  • ✅ Use um saco zip transparente de 1 quart, em que os frascos caibam sem forçar.
  • ❌ Não use embalagem opaca, de pano, sem fecho ou maior que o permitido.

Nos EUA, algumas pistas com tomógrafo e o TSA PreCheck dispensam tirar o saco da mala, mas a própria TSA não publica uma lista das pistas que dispensam. Tire o saco, a não ser que o agente diga que não precisa. A inscrição direta no PreCheck é aberta só a cidadãos, nacionais e residentes permanentes dos EUA; na prática, o turista brasileiro chega a ele pelo Global Entry.

A regra dos 100 ml vale em voo nacional?

No Brasil, em voo doméstico comum, não. Com embarque na área doméstica, não há limite de 100 ml por frasco nem exigência de saco plástico. Continuam proibidos na cabine os líquidos inflamáveis e corrosivos, e a bebida com mais de 70% de álcool não vai em nenhuma bagagem.

Perfume em spray, desodorante aerossol e outros sprays de higiene têm limite próprio na mala de mão do voo doméstico: até quatro frascos por pessoa, cada um com menos de 300 ml ou 300 g, segundo a lista da ANAC. Para os outros líquidos, a norma não fixa teto por frasco no voo doméstico, mas a companhia pode limitar: a LATAM aplica os quatro frascos de até 300 ml também a líquidos e géis, e a GOL, a artigos de higiene como o perfume. Confira a regra da sua companhia antes de fechar a mala.

Mesmo viajando dentro do Brasil, os 100 ml valem nestas situações:

  1. Etapa doméstica de um voo internacional.
  2. Voo nacional que embarca pela sala internacional, situação que a companhia informa na compra e no check-in.
  3. Inspeção da conexão para o exterior. Segundo a LATAM, em Guarulhos e em Brasília quem chega num voo nacional e segue para o exterior passa de novo pelo raio X e pela imigração antes da área internacional, e nessa inspeção valem os 100 ml.

Na prática, vale montar o saco transparente desde casa quando houver conexão em Guarulhos para os EUA. A garrafa de água ou o perfume grande comprados no embarque doméstico, depois do raio X, ficam na inspeção da conexão: com a viagem na mesma reserva, a mala despachada segue direto para o destino e não dá para guardá-los nela.

Nos EUA, a regra vale em todo voo, inclusive nos voos domésticos. Quem vai a Miami e segue para Orlando, por exemplo, passa pela inspeção da TSA com o saco de líquidos também no trecho interno.

Pode levar perfume no avião?

Pode, com duas regras que se somam: a de segurança, dos 100 ml, e a de artigo perigoso, porque perfume tem álcool.

  • Na mala de mão, em voo internacional e em qualquer voo nos EUA, o perfume só vai em frasco de até 100 ml, dentro do saco transparente.
  • Na mala despachada, cabe o frasco maior, com até 0,5 litro por frasco e até 2 litros por pessoa. Esse teto soma perfumes, sprays e outros artigos de higiene ou remédios com álcool das duas malas, e é o mesmo na ANAC e na FAA, a agência de aviação dos EUA.
  • Perfume de free shop segue também as regras da seção seguinte. A FAA, nos EUA, tira do teto de 2 litros o perfume de duty free levado na mão, mas a regra da ANAC não traz essa exceção: na prática, conte o perfume do free shop dentro dos 2 litros.

Uma dica que evita perda: frasco grande de perfume vai na despachada, bem embalado, e na mão fica só o frasco de até 100 ml.

Remédio e alimentação de bebê entram na regra?

São as principais exceções, nos dois países.

No Brasil, a ANAC libera do limite de 100 ml:

  • remédio com prescrição médica, física ou digital;
  • alimentação de bebê;
  • líquido de dieta especial.

Vale a quantidade necessária para todo o voo, inclusive as escalas, e os itens precisam ser apresentados na inspeção. Sem receita, o remédio líquido segue o limite de 100 ml.

Nos EUA, a TSA aceita remédio líquido acima de 3,4 onças em quantidade razoável para a viagem, desde que você avise o agente e tire o item da mala para inspeção separada. Com o mesmo aviso no início da inspeção, também passam acima do limite, fora do saco de 1 quart:

  • fórmula e leite materno;
  • bebidas de criança pequena;
  • comida de bebê, inclusive sachês.

Leve a receita e mantenha o remédio na embalagem original, com o nome visível. Antes de viajar, confira também a lista de remédios brasileiros proibidos nos EUA e como levar, porque alguns medicamentos vendidos aqui são controlados lá.

Free shop e conexão: o que acontece com as compras?

No free shop da sala de embarque internacional do Brasil, o líquido pode passar de 100 ml se estiver na embalagem plástica selada da loja, com o recibo à vista. A exceção se perde se você sair da sala internacional, e o país da conexão pode não aceitar a embalagem.

Na conexão nos EUA, o caminho tem cinco etapas:

  1. Imigração.
  2. Retirada da mala despachada.
  3. Alfândega.
  4. Reentrega da mala.
  5. Nova inspeção da TSA.

O líquido de free shop acima de 3,4 onças só segue na mão se cumprir tudo isto:

  1. Foi comprado fora dos EUA, por quem viaja para os EUA com voo de conexão.
  2. Está no saco transparente lacrado pela loja, sem sinal de violação.
  3. Está com o recibo original.
  4. Foi comprado há no máximo 48 horas.

Mesmo lacrado, o item passa pela inspeção, e o que alarmar fica retido, por isso a TSA recomenda despachar. Na prática, aproveite a reentrega da mala, logo depois da alfândega: abra a mala, ponha o perfume e a bebida dentro e só então entregue. Os passos da conexão estão no guia de conexão nos EUA e visto de trânsito.

Quem voa direto ao destino final nos EUA não passa pela TSA na chegada. O perfume ou a bebida grande do free shop, porém, terá de ir na mala despachada em qualquer voo interno e no voo de volta.

Bebida alcoólica: quanto pode levar e trazer?

O limite depende do teor alcoólico, e é o mesmo no Brasil e nos EUA:

Teor alcoólicoExemplosRegra no avião
Até 24%Vinho, cerveja, espumanteSem limite de artigo perigoso
Mais de 24% e até 70%Cachaça, uísque, vodca, gimAté 5 litros por pessoa, somando as duas malas, na embalagem original de varejo, ainda fechada
Acima de 70%Álcool de cereais, alguns runsProibido em qualquer bagagem

Na mala de mão de voo internacional, a bebida só vai em frasco de até 100 ml, dentro do saco, salvo a compra lacrada do free shop. A bordo das companhias brasileiras e americanas, só se pode consumir bebida alcoólica servida pela companhia.

Levar cachaça para os EUA: pela regra da CBP, a alfândega americana, o visitante com 21 anos ou mais tem isenção de 1 litro de bebida alcoólica para uso próprio. O que passar disso e a bebida levada de presente pagam imposto. Declare a bebida à alfândega na chegada; a lei do estado de chegada também pode limitar a quantidade.

Trazer bebida dos EUA para o Brasil: a Receita Federal admite até 12 litros de bebida alcoólica no total, dentro da cota de compras no exterior. No free shop de chegada, o limite é de 24 unidades, com no máximo 12 do mesmo tipo. Bebida alcoólica não pode entrar na bagagem de criança ou adolescente, mesmo acompanhados dos pais.

O teto do avião continua valendo na volta. Na prática, dos 12 litros admitidos pela Receita, no máximo 5 podem ser de bebida com mais de 24% e até 70% de álcool; o restante precisa ser de bebida com até 24%, como vinho e cerveja, e a franquia de peso da mala também conta.

Desde 4 de fevereiro de 2026, o Ministério da Agricultura trata bebida trazida do exterior como bem agropecuário. Ela precisa:

  • ser industrializada;
  • ser para consumo próprio;
  • estar dentro dos limites da Receita;
  • estar na embalagem original, fechada e rotulada.

A bebida deve ser declarada na e-DBV, com passagem pelo canal Bens a Declarar. A portaria não trata da compra feita no free shop de chegada.

Na volta dos EUA ao Brasil, o que muda?

No aeroporto americano, a inspeção é da TSA, com a regra 3-1-1. O que você comprar fora da área de embarque, em loja, farmácia ou shopping, e passar de 3,4 onças vai na mala despachada.

O duty free americano é venda para exportação: a compra é entregue depois da inspeção, na área de embarque ou no portão, e embarca com você na cabine. Faça a compra no último aeroporto americano, de onde sai o voo para fora dos EUA. Se a volta tiver conexão em outro país, a regra é a desse país, que pode inspecionar de novo e reter o que estiver fora do saco lacrado.

Na chegada ao Brasil com conexão doméstica, você retira a mala, passa pela alfândega e despacha de novo: é a hora de pôr os líquidos grandes na mala. A inspeção do voo doméstico não tem o limite de 100 ml, salvo se o voo nacional embarcar pela sala internacional.

O que fazer se um frasco não passar na inspeção?

No Brasil, a ANAC orienta procurar a companhia aérea para despachar o item, quando não der para reorganizar os frascos na hora. Sem isso, você só entra na sala de embarque depois de deixar o item para descarte.

Nos EUA, o agente da TSA não confisca: ele dá ao passageiro quatro opções:

  1. Voltar ao balcão da companhia e despachar o item.
  2. Levá-lo de volta ao carro.
  3. Entregá-lo a alguém que não vai viajar.
  4. Deixá-lo com a TSA para descarte.

Na conexão vinda do Brasil, carro e acompanhante quase nunca existem. Na prática, sobra despachar, se houver tempo, ou descartar. O que fica no ponto de inspeção não é devolvido.

Frasco vazio não tem restrição. Garrafa ou copo térmico vazio passa pela inspeção e pode ser enchido depois, na área de embarque.

Checklist dos líquidos antes de sair para o aeroporto

  1. Separe o que é líquido: creme, gel, spray, pasta, maquiagem líquida e comida pastosa contam.
  2. Confira o frasco, não o conteúdo: só frascos de até 100 ml vão na mão.
  3. Monte um único saco zip transparente de 1 quart, cerca de 946 ml, por pessoa.
  4. Leve o remédio com a receita e avise o agente na inspeção, assim como a alimentação do bebê.
  5. Embale perfume grande e bebida para a mala despachada: o perfume segue os limites de 0,5 litro por frasco e 2 litros por pessoa, e a bebida com mais de 24% e até 70% de álcool fica em até 5 litros por pessoa.
  6. Se o primeiro voo for nacional e o segundo internacional, monte o saco desde casa.
  7. Se tiver conexão nos EUA, guarde o recibo do free shop e ponha as compras na mala na reentrega, depois da alfândega.
  8. Leve a garrafa de água vazia e encha depois do raio X.

Para os outros itens da mala de mão, veja as regras do power bank no avião e o nosso checklist completo de viagem. Para a viagem como um todo, o guia da primeira viagem aos Estados Unidos reúne documentos, alfândega e imigração.

Antes de viajar: visto, passaporte e declaração do CDC

Brasileiro precisa de visto para entrar nos EUA a turismo: o visto é o B1/B2. Confira se o passaporte estará válido durante toda a estadia e se o visto estará válido na data de entrada, como explica o guia de passaporte e visto para os Estados Unidos.

Em voos para os EUA com partida a partir de 4 de novembro de 2026, às 01h59 de Brasília, todo passageiro também precisa prestar, antes do embarque, a declaração do CDC. Ela não substitui o passaporte nem o visto. A ordem do CDC prevê essa exigência até 18 de dezembro de 2026, salvo mudança.

Ainda não tem visto? O caminho completo está no guia como tirar o visto americano passo a passo.

Como a Viaggi Vistos pode ajudar

A Viaggi Vistos assessora o pedido do visto americano de turismo do começo ao fim:

  • análise do perfil;
  • preenchimento do DS-160;
  • agendamento;
  • orientação para a entrevista.

Nenhuma assessoria pode garantir a aprovação do seu visto americano. O que uma assessoria experiente e confiável pode fazer é aumentar suas chances de aprovação, evitando erros no preenchimento do DS-160 e preparando você para a entrevista.

Já tem a entrevista marcada para uma data distante? Com o Antecipa 45, antecipamos sua entrevista em no máximo até 45 dias ou seu dinheiro integralmente de volta. Sem risco.

Bagagem e imposto são assunto da Receita Federal, e a segurança no aeroporto é da ANAC e da TSA; a Viaggi não presta assessoria aduaneira. Em caso de dúvida sobre um item específico, consulte a companhia aérea antes do voo.

Fontes consultadas

Conferidas em 4 de novembro de 2026.

Quer maximizar as chances de aprovação do seu visto americano?

Se você vai solicitar ou renovar o visto americano e quer maximizar suas chances de aprovação, evitando erros e inconsistências no seu DS-160 e na entrevista, entre em contato com a Viaggi Vistos pelo WhatsApp agora mesmo e faça uma análise gratuita do seu perfil!

Casal brasileiro sorrindo no saguão do aeroporto, pronto para viajar

Perguntas frequentes

Qual é o limite de líquidos na bagagem de mão em voo internacional?

Cada líquido, gel, creme ou spray vai em frasco de até 100 ml, e todos os frascos ficam numa única embalagem plástica transparente que feche, por passageiro: de até 1 litro no embarque no Brasil, pela ANAC, e de 1 quart, cerca de 946 ml, nos aeroportos americanos, pela TSA. Frasco maior não passa, mesmo pela metade.

O saco zip lock é obrigatório?

No Brasil, não. A ANAC diz que o zip lock é uma boa prática aceita pelos aeroportos, mas a norma só exige embalagem plástica transparente que feche, de até 1 litro, e não fixa a medida de 20 x 20 cm. Nos EUA, a TSA descreve um saco transparente de 1 quart, cerca de 946 ml, com fecho zip; para viajar entre os dois países, use um saco zip de 1 quart, que fica dentro do limite da ANAC.

A regra dos 100 ml vale em voo nacional?

No Brasil, o limite de 100 ml não vale no voo doméstico comum, com embarque na área doméstica. Ele vale na etapa doméstica de um voo internacional, no voo nacional que embarca pela sala internacional e na inspeção da conexão para o exterior. Nos aeroportos americanos, a TSA aplica a regra 3-1-1 também nos voos domésticos.

Pode levar perfume na bagagem de mão?

Pode: em voo internacional e em qualquer voo nos EUA, só em frasco de até 100 ml, dentro do saco transparente; no voo doméstico comum no Brasil, até quatro frascos por pessoa, cada um com menos de 300 ml. Na mala despachada, o limite é de 0,5 litro por frasco e 2 litros por pessoa, somando perfumes, sprays e outros artigos de higiene com álcool das duas malas. Perfume de free shop acima de 100 ml só segue na mão na embalagem selada da loja, com o recibo, e na conexão nos EUA também com compra fora dos EUA feita há no máximo 48 horas.

Posso levar remédio líquido no avião?

Sim, acima de 100 ml, nos dois países. No Brasil, a exceção vale para remédio com prescrição médica, na quantidade necessária para todo o voo, com escalas, apresentado na inspeção; sem receita, o remédio líquido segue o limite de 100 ml. Nos EUA, a TSA aceita quantidade razoável para a viagem, desde que você avise o agente e tire o remédio da mala para inspeção separada.

Posso levar leite, fórmula e comida de bebê na bagagem de mão?

Sim, acima de 100 ml e fora do saco transparente, nos dois países. No Brasil, a ANAC libera a alimentação de bebê na quantidade necessária para todo o voo, inclusive as escalas, apresentada na inspeção. Nos EUA, a TSA aceita fórmula, leite materno, bebidas de criança pequena e comida de bebê, inclusive sachês, em quantidade razoável, com aviso ao agente no início da inspeção.

O perfume do free shop passa na conexão nos EUA?

Acima de 100 ml, só no saco lacrado pela loja, sem sinal de violação, com o recibo original e compra feita fora dos EUA há no máximo 48 horas. Mesmo assim ele passa pela inspeção da TSA, que recomenda despachar. Na prática, a hora de pôr o perfume e a bebida na mala é a reentrega, logo depois da alfândega, quando você retira a mala despachada e entrega de novo.

Quanto de bebida alcoólica posso levar no avião?

Bebida com até 24% de álcool, como vinho e cerveja, não tem limite de artigo perigoso. Com mais de 24% e até 70%, como cachaça e uísque, o limite é de 5 litros por pessoa, somando as duas malas, na embalagem original de varejo, ainda fechada. Acima de 70% é proibida, e na mala de mão de voo internacional só cabem frascos de até 100 ml, salvo a compra lacrada do free shop.

Quantos litros de bebida posso trazer dos EUA para o Brasil?

Pela Receita Federal, até 12 litros de bebida alcoólica no total, dentro da cota de isenção, e a regra do Ministério da Agricultura manda declarar a bebida na e-DBV. No avião, porém, a bebida com mais de 24% e até 70% de álcool tem limite de 5 litros por pessoa. Bebida alcoólica não pode entrar na bagagem de criança ou adolescente, mesmo acompanhados dos pais.

Posso levar cachaça para os EUA?

Sim: para a CBP, a alfândega americana, o visitante com 21 anos ou mais tem isenção de 1 litro de bebida alcoólica para uso próprio, e a bebida levada de presente e o que passar de 1 litro pagam imposto. Declare a bebida à alfândega na chegada. No avião, a cachaça vai na mala despachada, dentro do limite de 5 litros por pessoa, ou na mão em frasco de até 100 ml, salvo a compra lacrada do free shop.