Resposta rápida

As perguntas mais comuns na entrevista do visto americano cobrem quatro temas: motivo e duração da viagem, sua profissão, quem paga os custos e seus vínculos com o Brasil. O oficial consular também pode perguntar se você conhece alguém nos Estados Unidos e se já viajou para fora do país. Não existe roteiro fixo, e respostas curtas e verdadeiras funcionam melhor que discurso decorado.

Existe uma lista fixa de perguntas na entrevista do visto americano?

Não existe roteiro fixo na entrevista do visto americano. O oficial consular escolhe as perguntas de acordo com o seu perfil, o que você declarou no DS-160 e o que ele já viu no sistema antes de você se aproximar do guichê. Algumas entrevistas terminam com duas ou três perguntas, outras se estendem bem mais, e as duas situações são normais.

A lista de perguntas que a Viaggi entrega aos clientes

Antes de cada entrevista, a Viaggi envia ao cliente um documento com as perguntas que mais aparecem. A lista foi montada a partir do acompanhamento de milhares de entrevistas de clientes nossos, e ela se repete porque o oficial consular está sempre tentando responder às mesmas dúvidas sobre você.

Sobre a viagem

  • Para onde você vai nos EUA?
  • Quando você irá viajar?
  • Quanto tempo você ficará nos EUA?
  • Qual a finalidade da sua viagem para os EUA? (turismo, estudos, negócios)
  • Qual o motivo da escolha dessa cidade? (por exemplo, "por que Orlando?")
  • Com quem você irá viajar?
  • As pessoas que vão com você já possuem visto?
  • Qual a profissão das pessoas que vão com você?
  • Quem irá pagar por sua viagem?
  • Quanto pretende gastar na viagem?
  • Tem alguma carta-convite?

Sobre trabalho e renda

  • Qual a sua profissão?
  • O que você faz exatamente no seu trabalho? Quais são suas funções?
  • Há quanto tempo você está nesse trabalho?
  • Qual o nome da empresa em que você trabalha?
  • Qual a sua renda mensal?
  • Você tem empresa no seu nome? Qual o ramo de atividade?
  • Quantos funcionários sua empresa possui? (para empresários)
  • Como conseguiu esse período de férias no trabalho?

Sobre estudos

  • Você estuda? Onde se formou?
  • Sua faculdade é pública ou particular?
  • O que seus pais fazem? (normalmente perguntado para menores de 24 anos)

Sobre moradia e família

  • Onde você mora?
  • Mora em casa própria ou alugada?
  • Onde trabalha seu cônjuge? (para casados)
  • Seus filhos vão com você? Onde estudam? (para pais)

Sobre histórico de viagens e parentes nos EUA

  • Você já viajou para outros países?
  • Já esteve nos Estados Unidos antes?
  • Já teve algum outro visto americano?
  • Você já teve visto negado anteriormente?
  • Conhece alguém nos Estados Unidos?
  • Você tem parentes que moram nos EUA? Quem são e qual o status migratório deles?

Uma observação que evita confusão no guichê: quando o entrevistador pergunta se você conhece alguém nos Estados Unidos, ele está se referindo a parentes. Amigos e conhecidos não entram nessa conta.

As perguntas incomuns que aparecem de vez em quando

Essas são bem menos frequentes, mas acontecem, e costumam pegar o solicitante de surpresa justamente por serem específicas demais:

  • Quais lugares você já visitou nos países em que esteve?
  • Quais matérias você estuda atualmente no seu curso?
  • Qual o valor da mensalidade da sua faculdade?
  • Qual o ano do carro que você possui?
  • Qual o valor do aluguel da sua loja?
  • Quanto você cobra por um serviço realizado?
  • Quantos clientes você tem por mês, em média?
  • Cite o nome de alguns dos seus clientes.

Não se assuste com elas. São incomuns, e nenhuma é difícil de responder para quem está falando da própria vida. O que elas testam é se a sua rotina é real.

Uma ressalva honesta: essas são as perguntas mais comuns, e dificilmente a sua entrevista vai fugir desse roteiro, mas o cônsul tem total liberdade para perguntar o que julgar necessário. É impossível listar todas as possibilidades. Se vier uma pergunta inesperada, mantenha a calma e responda de forma objetiva.

Quais perguntas fazem sobre o motivo e os planos da viagem?

As perguntas sobre a viagem são quase sempre a abertura da entrevista. O oficial consular quer saber por que você vai, quanto tempo pretende ficar e o que planeja fazer nos Estados Unidos. O objetivo dele é simples: confirmar que o motivo declarado combina com o tipo de visto que você pediu e com o que está escrito no seu DS-160.

Qual é o propósito da sua viagem aos Estados Unidos?

Essa é a pergunta de abertura na maioria das entrevistas. Responda em uma frase, direto. "Turismo, vou passar duas semanas com a minha família em Orlando" resolve. O que derruba aqui é resposta vaga ou que sugere outra intenção, como "vou conhecer e ver se dá pra ficar". O oficial está checando se o seu motivo bate com a categoria de visto solicitada.

Evite também justificativas genéricas demais. "Conhecer a neve" é o exemplo clássico que não costuma ser bem recebido, porque destinos bem mais próximos, como Chile ou Argentina, entregariam a mesma experiência. O problema não é a neve em si, é que a resposta não explica por que a viagem precisa ser aos Estados Unidos.

Quanto tempo pretende ficar nos Estados Unidos?

Dê um período concreto, mesmo que aproximado. "Quinze dias" é melhor que "não sei ainda, depende". Uma permanência longa demais sem explicação clara chama atenção, principalmente se não combina com a sua rotina de trabalho no Brasil. O que o cônsul avalia aqui é se o tempo declarado faz sentido com a sua vida.

Para qual cidade você vai e onde vai ficar hospedado?

Responda com o destino e o tipo de hospedagem: hotel, Airbnb ou casa de alguém. Se vai ficar na casa de um parente ou amigo, diga isso sem rodeio. Esconder essa informação é pior do que assumir. O ponto aqui não é o luxo da hospedagem, é a coerência entre o que você fala e o que consta no DS-160. Se o oficial perguntar com quem você viaja, diga a relação (cônjuge, filhos, amigos ou grupo de trabalho), porque ele confere isso com os pedidos do mesmo grupo familiar.

O que perguntam sobre trabalho e renda?

As perguntas sobre trabalho e dinheiro servem para o oficial consular avaliar duas coisas: se a sua vida no Brasil é estável e se a viagem cabe no seu orçamento. Ele costuma perguntar sua profissão, há quanto tempo você trabalha nela, sua renda e quem vai pagar os custos. Não existe renda mínima oficial publicada pelo Departamento de Estado para o visto de turismo.

Qual é a sua profissão e há quanto tempo você trabalha nisso?

Fale a ocupação real e o tempo. "Sou enfermeira, trabalho no mesmo hospital há seis anos" já entrega estabilidade sem precisar de discurso. Se você é autônomo ou empresário, diga isso com naturalidade: autônomo não é problema, informação confusa é. Tempo de vínculo é um dos sinais de estabilidade que o cônsul lê mais rápido.

A pegadinha: quando o cônsul afirma um dado errado de propósito

Essa é a situação que mais assusta quem não foi avisado. Se no seu formulário consta "gerente comercial", o oficial pode perguntar, com naturalidade, "você é advogado?" ou "você é vendedor?". Ele não se confundiu e não está te acusando de nada: está testando a sua segurança e vendo se você concorda com qualquer coisa só para agradar.

O mecanismo vale para qualquer dado, não só a profissão. Ele pode errar de propósito a cidade de destino, o tempo de viagem ou o nome da sua empresa. A regra é a mesma nos três casos: mantenha a calma e responda sempre de acordo com o que está no seu DS-160, corrigindo com naturalidade. "Não, eu sou gerente comercial" resolve. Concordar com a informação errada, ou hesitar, é o que realmente pesa contra.

Quem vai pagar pela viagem?

Se é você, diga que é você. Se é seu pai, seu marido, sua empresa ou um convite de terceiro, diga quem é e qual é a relação. Inventar que paga sozinho quando a viagem é bancada por outra pessoa cria um buraco que aparece na primeira pergunta seguinte. A resposta honesta sobre patrocínio raramente é o problema; a contradição é.

Qual é a sua renda mensal?

Dê um valor aproximado e verdadeiro, coerente com a profissão que você declarou e com o que está no DS-160. Não infle. Renda alta demais para a ocupação declarada gera pergunta em cima de pergunta. O que o oficial consular busca não é um número específico, é coerência entre profissão, renda e o custo da viagem que você descreveu.

Quanto você pretende gastar na viagem?

Dê um valor que faça sentido com o roteiro que você acabou de descrever. Como referência, a média de gastos para uma viagem de 7 dias aos Estados Unidos fica entre 1.000 e 1.500 dólares por pessoa, sem contar passagem aérea. Um valor muito abaixo disso levanta a dúvida de como você pretende se manter lá, e um valor muito acima da sua renda declarada levanta a dúvida de onde saiu o dinheiro. Coerência de novo, não é o número em si.

"Você acha que dá para viajar com o dólar nesse valor?"

Essa pergunta pega muita gente desprevenida, e ela aparece com frequência, às vezes na variação "esse é um bom momento para viajar?". Não é uma pergunta sobre economia, é um teste de preparo financeiro. A orientação que a Viaggi dá aos clientes é responder com tranquilidade, na linha de "já estamos organizando a viagem há algum tempo e estamos preparados".

O que o oficial consular quer ouvir ali é que a viagem foi planejada, não improvisada. Quem viaja aos Estados Unidos a turismo precisa demonstrar estabilidade e preparo financeiro, e uma resposta hesitante sobre o câmbio comunica o contrário. Se quiser entender o tema a fundo, veja dólar alto dificulta o visto americano.

Como responder às perguntas sobre vínculos com o Brasil?

As perguntas sobre vínculos existem para o oficial consular avaliar o que te traz de volta ao Brasil. Ele pode perguntar se você tem imóvel próprio, carro ou outros bens, se tem família aqui e como é a sua vida no país. Emprego estável, família e patrimônio são os três sinais mais lidos, e é em torno deles que gira a negativa por vínculos insuficientes, prevista na seção 214(b) da lei de imigração americana.

Responda de forma concreta. "Moro com meu marido e dois filhos em imóvel próprio, e trabalho na mesma empresa há oito anos" comunica mais do que qualquer explicação longa sobre intenção de voltar. Se você não tem imóvel nem carro, isso não elimina a aprovação: vínculo se demonstra também com emprego, estudo em andamento, filhos e negócio no Brasil.

Vale ler o detalhamento em os 3 vínculos principais para seu visto americano ser aprovado, que explica como cada um deles é interpretado.

Perguntam sobre parentes e conhecidos nos Estados Unidos?

Sim, e essa é uma das perguntas mais frequentes. O oficial consular pode perguntar se você conhece alguém morando nos Estados Unidos, se tem parentes próximos por lá, em qual cidade essa pessoa mora e qual é a situação legal dela. A resposta correta é a verdadeira, sempre. Ter parente nos EUA não impede a aprovação por si só.

O erro comum aqui é omitir por medo. A omissão vira contradição assim que o oficial cruza a informação com o seu DS-160 ou com outros pedidos da mesma família.

Quais perguntas fazem sobre histórico de viagens e vistos anteriores?

O oficial consular costuma perguntar se você já esteve nos Estados Unidos antes, quando foi e por quanto tempo ficou, e se já viajou para outros países. Histórico de viagens com retorno dentro do prazo é um sinal positivo, porque mostra comportamento anterior. Também podem perguntar sobre antecedentes criminais e sobre negativa anterior de visto.

Se você já teve visto negado, não esconda. O sistema consular registra pedidos anteriores. Explique o que mudou desde então, de forma objetiva: novo emprego, casamento, filhos, negócio aberto. E se você nunca viajou para fora do Brasil, isso também não é impeditivo: muita gente é aprovada na primeira viagem internacional da vida.

Uma pergunta nova entrou nas entrevistas recentemente e vale conhecer antes de ir: você tem medo de voltar para o Brasil.

O que não falar na entrevista do visto?

Não fale nada que não seja verdade, e não invente detalhes para parecer mais rico, mais viajado ou mais estável do que você é. Evite dar a entender que pretende trabalhar, estudar ou permanecer nos Estados Unidos com visto de turismo. Evite também respostas decoradas, longas demais ou cheias de justificativa que ninguém pediu.

O motivo é prático. O oficial consular tem o seu DS-160 aberto na tela enquanto conversa com você. Qualquer diferença entre o que está escrito e o que você fala vira pergunta, e pergunta em cima de contradição raramente termina bem.

Por isso o formulário importa tanto quanto a conversa. Textos longos e mal escritos no DS-160 abrem flancos que você vai ter que defender ao vivo, como explicamos em textos longos no DS-160 podem prejudicar sua entrevista.

O que mais reprova na entrevista do visto americano?

Não existe uma causa única de reprovação, mas os problemas mais recorrentes são inconsistência entre o DS-160 e a fala, vínculos fracos ou mal explicados com o Brasil, e respostas que sugerem intenção de permanecer nos Estados Unidos. Mentir é o pior caminho de todos, porque a informação falsa costuma aparecer na pergunta seguinte.

Os bastidores de como o oficial trabalha e o que pesa na decisão estão detalhados em 9 segredos sobre a entrevista de visto americano que ninguém te conta.

Como se preparar para responder bem?

Releia o seu DS-160 antes de ir e confirme datas, endereços e nomes que você declarou. Três hábitos práticos ajudam na hora da conversa:

  • Responda só o que foi perguntado. Informação extra abre porta para pergunta nova.
  • Não reescreva a sua história no meio da conversa para melhorá-la. Corrigir um dado errado é diferente e é sempre certo: se você errou um detalhe, ou se o oficial afirmou algo que não confere, diga o correto na hora, com naturalidade.
  • Leve seus documentos, mas não tente entregar tudo de uma vez. O oficial pede o que quiser ver.

Para o passo a passo do dia da entrevista, documentos e o que acontece depois, veja entrevista para visto americano: como se preparar e quais documentos levar.

As regras oficiais de cada categoria de visto e o que os consulados avaliam estão publicadas pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos em travel.state.gov e pela Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil em br.usembassy.gov.

Quais são as perguntas feitas para tirar o visto americano?

As perguntas mais comuns na entrevista do visto americano são o propósito da viagem, o tempo de permanência nos Estados Unidos, a profissão e há quanto tempo a pessoa trabalha nela, quem vai pagar a viagem, se conhece alguém morando nos EUA e se já viajou para fora do Brasil antes. Não existe roteiro fixo: o oficial consular escolhe as perguntas de acordo com o perfil de cada candidato.

Existe alguma coisa que eu não devo dizer na entrevista do visto?

Não fale nada que não seja verdade, nem invente detalhes para parecer mais rico ou mais viajado. Evite dar a entender que pretende trabalhar, estudar ou morar nos Estados Unidos com visto de turismo, e evite respostas decoradas e longas demais. O oficial consular tem acesso ao seu DS-160, então qualquer contradição entre o formulário e a sua fala pesa contra você.

Quanto tempo dura a entrevista do visto americano?

A entrevista costuma ser rápida, de poucos minutos, e em muitos casos o oficial consular decide com duas ou três perguntas. Uma entrevista curta não significa reprovação: significa apenas que o oficial já reuniu o que precisava. O tempo de conversa não é indicador de aprovação nem de negativa.

A entrevista do visto americano é em inglês?

A entrevista pode ser feita em português. Os consulados dos Estados Unidos no Brasil têm oficiais que falam português. Você não precisa falar inglês para tirar o visto de turismo, e responder em português não é visto como ponto negativo.

O que o cônsul avalia nas perguntas sobre trabalho e renda?

O oficial consular quer entender se a sua vida no Brasil é estável e se a viagem cabe no seu orçamento. Perguntas sobre profissão, tempo de empresa e quem paga a viagem servem para verificar consistência entre o que você declarou no DS-160 e o que você fala na entrevista. Não existe renda mínima oficial publicada para o visto de turismo.

Posso levar respostas prontas decoradas para a entrevista?

Decorar respostas costuma atrapalhar. O oficial consular conversa com dezenas de pessoas por dia e percebe rapidamente quando alguém está recitando um texto. O melhor caminho é conhecer bem as suas próprias informações, as mesmas que você colocou no DS-160, e responder de forma curta, direta e verdadeira.

O que acontece se eu não souber responder uma pergunta na entrevista?

Se você não souber ou não lembrar de algo, diga isso com naturalidade em vez de inventar. Dizer que ainda não fechou esse detalhe é melhor do que dar um dado falso que contradiz o seu DS-160. Inventar informação é pior do que admitir que o planejamento ainda não está fechado.

O cônsul faz pegadinha na entrevista do visto americano?

Faz, e é comum. O oficial pode afirmar de propósito um dado errado sobre você, por exemplo perguntar se você é advogado quando o seu formulário diz gerente comercial. Ele não se confundiu: está testando a sua segurança e vendo se você concorda com qualquer coisa. Mantenha a calma, corrija com naturalidade e responda sempre conforme o que está no seu DS-160.

Posso dizer que vou aos Estados Unidos para conhecer a neve?

É uma justificativa fraca. Motivos genéricos como conhecer a neve não costumam ser bem recebidos, porque destinos mais próximos como Chile e Argentina entregariam a mesma experiência. O problema não é a neve, é que a resposta não explica por que a viagem precisa ser aos Estados Unidos. Se perguntarem o motivo da viagem, responda de forma direta: turismo.

Quanto devo dizer que vou gastar na viagem aos Estados Unidos?

Diga um valor coerente com o roteiro e com a sua renda. Como referência, a média de gastos para uma viagem de 7 dias aos Estados Unidos fica entre 1.000 e 1.500 dólares por pessoa, sem contar a passagem aérea. Valor muito abaixo disso levanta dúvida sobre como você vai se manter lá, e valor muito acima da renda declarada levanta dúvida sobre a origem do dinheiro.

O que responder se o cônsul perguntar sobre o dólar alto?

É comum o oficial consular perguntar se dá para viajar com o dólar naquele valor, ou se aquele é um bom momento para viajar. Não é uma pergunta sobre economia, é um teste de preparo financeiro. Responda com tranquilidade, na linha de que a viagem já vem sendo organizada há algum tempo e que você está preparado. O que ele quer confirmar é que a viagem foi planejada, e não improvisada.

Quando perguntam se conheço alguém nos Estados Unidos, vale amigo?

Não. Quando o entrevistador pergunta se você conhece alguém nos Estados Unidos, ele está se referindo a parentes. Amigos e conhecidos não entram nessa conta. Sobre parentes, responda com sinceridade, incluindo quem é e qual a situação migratória da pessoa, mantendo a mesma informação declarada no DS-160.

Perguntas sobre parentes nos Estados Unidos atrapalham o visto?

Ter parentes morando nos Estados Unidos não impede a aprovação do visto por si só, e omitir essa informação é um risco desnecessário. O oficial consular pode perguntar quem é, em qual cidade mora e qual é a situação legal dessa pessoa. Responda com sinceridade e mantenha a mesma informação que consta no seu DS-160.